sábado, 24 de dezembro de 2011
Sempre Avanti...: BOM DIA! (veja teu TT aqui, pois lembrei de ti!)
Sempre Avanti...: BOM DIA! (veja teu TT aqui, pois lembrei de ti!): Gente, fica dificil dar a todos um bom dia. Mencionar uma a um, ou mesmo enviar em grupos, fica ... como direi.. . uma poluição...
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
sábado, 10 de setembro de 2011
LOUNGE EMPREENDEDOR: ÂNCORA OU RAIZ?!?
LOUNGE EMPREENDEDOR: ÂNCORA OU RAIZ?!?: Se você é crescido o suficiente para ter experimentado o que a vida lança sobre todos nós, sabe que tempestades são fatores incontroláveis ...
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
sábado, 23 de julho de 2011
domingo, 17 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Foi uma manhã complicada, dolorida, e venci! Venci porque meu anjo é bom, mesmo estando meu corpo fraco. Esta ficando dificil voltar da ponte que atravesso cada vez que acontece....
Lutei bastante hoje para ficar, para estabilizar.
Por isso eu agradeço, e como eu disse agora a tarde eu repito...
Se eu for, atravessar esta ponte, não pense que não lutei.
Eu luto sempre, mas estou tão cansada, que fica cada vez mas distante voltar.
“Santo Anjo do Senhor,
meu zeloso guardador,
se a ti me confiou,
a piedade divina,
sempre me rege,
me guarda,
me governa,
me ilumina.
Amém.”
quinta-feira, 7 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Pai!
Encontrei um texto que descreve exatamente o como me sinto sem você!!!!
Tempo, esse cicatrizante
O que mais nos dói e atrapalha na morte de quem amamos, de imediato, é o desaparecimento súbito do corpo. Essa repentina falta de assunto para os olhos físicos, bem acostumados que são com o tom da pele, o jeito dos cabelos, os diferentes desenhos de sorriso para cada contexto, a linguagem do olhar, a expressão corporal que cada um tem para falar e silenciar. E também o som da risada, o registro da voz, a textura do abraço, músicas que os sentidos ouvem e correm pra contar para o coração.
Fica, de cara, uma ausência esquisita. Esse estranho fechamento das cortinas quando o show continua a acontecer para nós. Essa inexistência física de um lugar para onde ir que nos permita encontrar o que habitualmente encontrávamos. Até nos darmos conta de que existem outros olhos para ver, a tristeza nos perturba. E dói. Dói muito.
Depois que a minha avó morreu, muitas vezes eu me flagrei tirando o telefone do gancho no ímpeto amoroso de ligar para ela para dividir alguma alegria ou algum desconcerto, como eu sempre fazia. Era um embaraço constatar, segundos depois, ao ouvir o sinal da linha, que, pelos meios materiais, não havia um número para o qual eu poderia discar e ela pudesse atender com a voz que era dela. Aquela pergunta rotineira que somente ela fazia: "tudo azul com bolinhas brancas?"
Somente o tempo me trouxe o conforto de aprender a encontrá-la no meu coração. De ouvir as coisas que ela certamente me diria se pudesse me dizer. De ver e sentir o seu sorriso tão nítido, tão próximo, na minha memória, que faz tudo ficar ensolarado, mesmo quando é cinza o céu do meu momento. Ninguém morre quando continua no outro. Mas só o tempo nos ensina o caminho dessa mágica do amor. Só o tempo, esse cicatrizante." Ana Jácomo
Depois que a minha avó morreu, muitas vezes eu me flagrei tirando o telefone do gancho no ímpeto amoroso de ligar para ela para dividir alguma alegria ou algum desconcerto, como eu sempre fazia. Era um embaraço constatar, segundos depois, ao ouvir o sinal da linha, que, pelos meios materiais, não havia um número para o qual eu poderia discar e ela pudesse atender com a voz que era dela. Aquela pergunta rotineira que somente ela fazia: "tudo azul com bolinhas brancas?"
Somente o tempo me trouxe o conforto de aprender a encontrá-la no meu coração. De ouvir as coisas que ela certamente me diria se pudesse me dizer. De ver e sentir o seu sorriso tão nítido, tão próximo, na minha memória, que faz tudo ficar ensolarado, mesmo quando é cinza o céu do meu momento. Ninguém morre quando continua no outro. Mas só o tempo nos ensina o caminho dessa mágica do amor. Só o tempo, esse cicatrizante." Ana Jácomo
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Saudade é um sentimento sem tradução, um vazio de presença do amor que foi e não vai voltar...
Uma folha fora do lugar na linha do tempo muda tudo.
Muda tudo que foi e não vai voltar, que deixou e não vai recuperar.
Estranho isso! esta sensação de inércia diante do fato, de se aceitar o que não vamos mudar e ficar assim inerte.
Tudo fica breve, terminal, definitivo....
Uma folha fora do lugar na linha do tempo muda tudo.
Muda tudo que foi e não vai voltar, que deixou e não vai recuperar.
Estranho isso! esta sensação de inércia diante do fato, de se aceitar o que não vamos mudar e ficar assim inerte.
Tudo fica breve, terminal, definitivo....
sábado, 2 de julho de 2011
Uma Vida em Palavras: “Fim de Expediente” (20/06/2011)
Uma Vida em Palavras: “Fim de Expediente” (20/06/2011): "A vida é boa Esse toque de sol no rosto A gargalhada depois do choro As flores no jardim Esse sorrir sozinho A janela de esperança O s..."
terça-feira, 28 de junho de 2011
Lindezas que Ana Jácomo escreve e nos define...
Ana Jácomo
Não faz muito tempo, uma amiga me disse que não tem estrutura para sentir dor com a intensidade com que geralmente sinto quando a dor resolve dar as caras. Ao escutar o barulho da porta que anuncia a chegada da dita-cuja, que sabe jeitos de abrir todo tipo de tranca, ela foge, contou-me rindo da costumeira estratégia. Irmanada também pelas artimanhas que inventamos pelo caminho, às vezes apenas para sobreviver às ameaças dos nossos próprios dramas, eu lhe perguntei como poderia escapar se a dor, ardilosa, espaçosa, já estava dentro de casa.
“Ah, querida, mas tem a porta dos fundos!...”
Tem mesmo.
Rindo ali com ela, cada uma experimentando a própria encrenca emocional da vez, com o roteiro da vez, com o cenário da vez, com o elenco da vez, eu me lembrei de um monte de situações em que tentei fugir da mesma maneira, pela porta dos fundos. Eu me lembrei de vezes em que, de fato, fugi, toda prosa por acreditar ter conseguido. Eu me lembrei que fugir, às vezes, é necessário para recuperar o fôlego. Para restaurar a força. Para retomar o contato.
Não é que eu tenha estrutura para sentir dor. A propósito, eu acredito que bravura mesmo é ter estrutura para sentir felicidade. Na verdade, toda vez que as dores abissais me visitam e mergulho no oceano nada pacífico do seu breu é trabalhoso demais emergir para o lugar onde eu já consiga ver pelo menos um bocadinho de sol. Na verdade, o que eu acho é que não tenho escolha que não seja invocar a coragem para ficar comigo e tentar transformar o que precisa ser transformado, mesmo doendo à beça, mesmo tremendo de medo. Aprendi com o tempo das fugas que quando a dor atravessa a porta é inútil correr. Na verdade, o que eu tenho, agora, simplesmente por memória, é alguma lucidez e um bocado de preguiça.
Toda porta dos fundos nos leva para um lugar fora da gente. Uma hora, mais cedo ou mais tarde, querendo ou não querendo, fazendo birra, tentando desconversar, precisamos voltar pra casa se não quisermos passar o resto da vida longe de nós mesmos. E aí tanto faz por qual porta nós voltamos, se pela da frente, se pela dos fundos: a dor está lá, empoeirada que seja. Cheirando a mofo, quem sabe. Esta lá, com uma cara ou com outras, paciente, a nossa espera. E maior, bem maior, que fuga costuma ser fermento. Ela não vai embora só porque a gente fugiu. Quem dera pudesse.
Aprendi com o tempo das fugas e com o resultado de cada uma delas que podemos adiar o encontro do nosso olhar com os olhos perturbadores da dor, mas não tem jeito: em algum quarteirão da vida, eles vão se encontrar. Por isso, agora, toda vez que acontece, escolho ficar em casa. Escolho encarar de uma vez. Mergulho inteirinha, protegida com o escafandro da fé e do amor que me habitam.
Dor adiada é dor acumulada, apenas isso, é o que aprendi comigo. É o que aprendi com as dores. E a vida é tão mágica que, lá no fundo mais fundo do oceano nada pacífico de cada uma delas, lá no instante ou quase em que a pilha da lanterna acaba, a gente descobre um jeito novo, muito lindo, muito nosso, comovente muitas vezes, para conseguir emergir e transformar o que parecia impossível de transformação. E não é exagero dizer que geralmente emergimos mais corajosos. Mais ternos. Mais bondosos. Mais nós mesmos. Mais conscientes do que, de verdade, nos importa. Com mais urgência de nos sentirmos felizes na nossa própria pele.
Dor adiada é dor acumulada, apenas isso, é o que aprendi comigo. É o que aprendi com as dores. E a vida é tão mágica que, lá no fundo mais fundo do oceano nada pacífico de cada uma delas, lá no instante ou quase em que a pilha da lanterna acaba, a gente descobre um jeito novo, muito lindo, muito nosso, comovente muitas vezes, para conseguir emergir e transformar o que parecia impossível de transformação. E não é exagero dizer que geralmente emergimos mais corajosos. Mais ternos. Mais bondosos. Mais nós mesmos. Mais conscientes do que, de verdade, nos importa. Com mais urgência de nos sentirmos felizes na nossa própria pele.
No fundo mais fundo, não é raro nos sentirmos sozinhos. Estamos doendo tanto que, pra começo de conversa, a nossa própria presença nos falta, isto que é a mais perigosa solidão. Mas é um engano temporário, comum nos tempos em que os nossos olhos estão embaçados demais pelo medo: tanto faz o aparente e transitório tamanho da solidão, não estamos sozinhos nunca. E não estamos mesmo.
O amor, não importa de que forma se manifeste, encontrará maneiras para nos tirar lá desse lugar com recursos às vezes inimagináveis. Podemos estar tão cansados pelo breu que não conseguimos perceber num primeiro momento, nem num oitavo, nem num trigésimo, o convite da luz. Mas, de um jeito ou de outro, o amor que nos habita não cansará de tentar. Ele não foge pela porta dos fundos.
O amor, não importa de que forma se manifeste, encontrará maneiras para nos tirar lá desse lugar com recursos às vezes inimagináveis. Podemos estar tão cansados pelo breu que não conseguimos perceber num primeiro momento, nem num oitavo, nem num trigésimo, o convite da luz. Mas, de um jeito ou de outro, o amor que nos habita não cansará de tentar. Ele não foge pela porta dos fundos.
POSTADO POR ANA JÁCOMO ÀS 18:38
* DESPERTAR *: Solstício de Inverno, dia de purificação
* DESPERTAR *: Solstício de Inverno, dia de purificação: "Hoje é dia de Solstício de Inverno aqui no Hemisfério Sul! É quando a noite é mais longa que o dia - é o auge da escuridão. Portanto, é um t..."
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Sabe...
Aquela noite que , por mais fria que seja, você simplesmente não dorme.
Eu sentia tanto orgulho de ter sono, de deitar e dormir sempre. Nunca me imaginei com insônia, esta falta de dormir pelo peso das situações.
Pelo peso do existir, do se perceber totalmente sozinho diante do tangível, da realidade...
Foi assim um dia ruim, e todos tem seus dias ruins, mas os meus tem sido muito ruins.
Postar sentimentos e fotos coloridas de uma felicidade que vai escapando pela janela, saindo pelas frestas, pelas laterais.
Como manter algo assim, que te escapa, e que de certa forma, você não tem mais vontade de segurar?
Bad day...e você se percebe figura que não combina com o quadro, com as pessoas, com os retratos, as cenas.
Talvez morrer seja isso...não ser mais parte da cena, não fazer mais nenhuma questão de mudar a cena.
Será que alguém se sente assim, como quem partiu e deixou algo para trás, sem saber bem o que e onde.
Eu sentia tanto orgulho de ter sono, de deitar e dormir sempre. Nunca me imaginei com insônia, esta falta de dormir pelo peso das situações.
Pelo peso do existir, do se perceber totalmente sozinho diante do tangível, da realidade...
Foi assim um dia ruim, e todos tem seus dias ruins, mas os meus tem sido muito ruins.
Postar sentimentos e fotos coloridas de uma felicidade que vai escapando pela janela, saindo pelas frestas, pelas laterais.
Como manter algo assim, que te escapa, e que de certa forma, você não tem mais vontade de segurar?
Bad day...e você se percebe figura que não combina com o quadro, com as pessoas, com os retratos, as cenas.
Talvez morrer seja isso...não ser mais parte da cena, não fazer mais nenhuma questão de mudar a cena.
Será que alguém se sente assim, como quem partiu e deixou algo para trás, sem saber bem o que e onde.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Sobre tolerância!!!!!
http://vidasimples.abril.com.br/edicoes/086/grandes_temas/conteudo_514337.shtmlNegociando limites
Definir qual é o limiar de tolerância é hoje o ponto crucial de nossas relações. Porém, como avaliar a situação? Quando é mais indicado incluir o outro e aceitá-lo ou quando é melhor bater o pé?
E o que é o intolerável? “É aquilo que nos causa dor, sofrimento, prejuízo, indignação, humilhação, e que geralmente é causado por um abuso indiscriminado de poder”, diz a psicoterapeuta Denise Ramos, do Laboratório Formativo do Ser, ligado à linha do psicólogo Stanley Kelleman. Esse é o limite: o que pode ser traduzido por “maus tratos” não deve ser tolerado. E há várias formas de reagir diante daquilo que não conseguimos tolerar. A mais comum é a raiva. “Ela é um alarme que nos acorda para um limite que foi ultrapassado, que nos desperta para uma situação que consideramos abusiva.” Mas nem sempre a raiva precisa, necessariamente, ser direcionada contra quem ultrapassou limite.“Às vezes isso acontece, numa reação imediata e legítima contra o abuso. Mas, no mundo adulto, a energia da raiva também pode ser usada como uma mola propulsora para mudar a si próprio e transformar a circunstância abusiva”, diz Denise."quarta-feira, 8 de junho de 2011
Batom e Saltos Altos: Tornou-se um vício!
Batom e Saltos Altos: Tornou-se um vício!: "Quem passa por aqui deve pensar que só falo no mesmo: ou desgostos ou roupa. Pois é, sempre adorei estilismo e agora a paixão libertou-se e ..."
Perdoar!!!!!!!
Hoje eu cresci um pouco mais, envelheci um pouco mais, risquei nomes do meu caderno, e percebi que todo mundo mundo passa por isso um dia.
Eu tenho um lado idealista exagerado, que nem sempre vê as pessoas como elas são, e sim como eu gostaria que elas fossem... E depois me desaponto. Só que a culpa desta desilusão é minha, que vesti o outro com uma roupa que não lhe cabia....Em casos, onde as perdas são tão grandes, se faz necessário escolher perdoar depois de punir com justiça!
domingo, 5 de junho de 2011
LIMITE!!!!
Qual o limite?
Buscamos todos o momento tranquilo, o emprego seguro, o relacionamento estável, a estrada melhor.
Qual de nós não se deparou com incertezas, com desafios e voltou?
Estamos todos em busca de algo seguro, sem grandes dificuldades e medos.
Qual o seu limite? de dor, de medo, de segurança?
Qual medo te tira o sono, a fome, o chão?
Ao longo do caminho, olhando para frente, sem temer, desafiando seus temores, jamais olhar para trás era seu lema.
Assim foi, até perceber no caminho, os passos foram diminuindo, as pegadas lá atrás foram ficando perto, tão perto que nem dá mais para fugir.
Você olha vagamente para trás e percebe o que você deixou lá, saiu a francesa e o passado te alcança.
Qual teu medo ao olhar lá, aquele olhar distraído de quem seguiu e nunca mais pensou a respeito.
Qual teu medo?
Qual teu limite?
Buscamos todos o momento tranquilo, o emprego seguro, o relacionamento estável, a estrada melhor.
Qual de nós não se deparou com incertezas, com desafios e voltou?
Estamos todos em busca de algo seguro, sem grandes dificuldades e medos.
Qual o seu limite? de dor, de medo, de segurança?
Qual medo te tira o sono, a fome, o chão?
Ao longo do caminho, olhando para frente, sem temer, desafiando seus temores, jamais olhar para trás era seu lema.
Assim foi, até perceber no caminho, os passos foram diminuindo, as pegadas lá atrás foram ficando perto, tão perto que nem dá mais para fugir.
Você olha vagamente para trás e percebe o que você deixou lá, saiu a francesa e o passado te alcança.
Qual teu medo ao olhar lá, aquele olhar distraído de quem seguiu e nunca mais pensou a respeito.
Qual teu medo?
Qual teu limite?
quarta-feira, 25 de maio de 2011
* Um pouco de mim *: Dicas de segurança para você e seu blog
* Um pouco de mim *: Dicas de segurança para você e seu blog: "Há cerca de 2 meses atrás eu fechei o blog para comentários anônimos. Claro que não queria fazer isso pois tenho leitores que não possuem co..."
segunda-feira, 23 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
LOUNGE EMPREENDEDOR: FILHOS DA VIDA QUE ANSEIA POR SI MESMA
LOUNGE EMPREENDEDOR: FILHOS DA VIDA QUE ANSEIA POR SI MESMA: "'Estou aqui, vivendo, e não me podem extrair o usufruto da vida porque, através da minha palavra atuante, sobreviverei mesmo após a morte. V..."
sexta-feira, 6 de maio de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
pazetal: A Criança Interior
pazetal: A Criança Interior: "A CRIANÇA INTERIOR Eis aqui, um termo que esteve muito na moda a ponto de ficar desgastado e fazer com que muitos torçam o nariz ao..."
domingo, 1 de maio de 2011
LOUNGE EMPREENDEDOR: ENCERRANDO CICLOS
LOUNGE EMPREENDEDOR: ENCERRANDO CICLOS: "Hoje, concluímos um ciclo. Fim de mais uma semana. Encerramento de mais um mês. Talvez por ter comemorado aniversário na última quarta-feir..."
sábado, 30 de abril de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Eu to falando de amor, política e ser humano...: Eu sou Feliz!!!
Eu to falando de amor, política e ser humano...: Eu sou Feliz!!!: "Ser feliz pra mim é poder chupar picolé em dias quentes. É poder rir numa segunda. É acordar com vontade de tomar danoninho e descobrir..."
segunda-feira, 4 de abril de 2011
LOUNGE EMPREENDEDOR: PROFESSORES EMPREENDEDORES
LOUNGE EMPREENDEDOR: PROFESSORES EMPREENDEDORES: "Nelson Almeida - Agência Luz Se você acompanha o Lounge Empreendedor, sabe da minha paixão pela mistura Empreendedorismo + Educa..."
sábado, 2 de abril de 2011
LOUNGE EMPREENDEDOR: CONSCIENTIZAÇÃO PELO AUTISMO
LOUNGE EMPREENDEDOR: CONSCIENTIZAÇÃO PELO AUTISMO: "2 de abril foi decretado pela ONU como o Dia Mundial da Conscientização pelo Autismo.Em crianças, o autismo é mais comum do que AIDS, diabet..."
quinta-feira, 31 de março de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
sábado, 19 de março de 2011
"Você faz suas escolhas, e suas escolhas fazem você." ( Steve Beckman )…
de
Ana Jácomo
"Contam os anjos que às vezes me inspiram que um pouquinho antes de materializar o seu plano de criação da vida humana e se derramar no coração de todas as coisas da Terra, o Senhor Deus Todo Poderoso resolveu repassá-lo, ponto a ponto, pela última vez. E, ao terminar o trabalho, sentiu, bastante surpreso, que ainda parecia estar faltando um detalhe sem nome nem rosto em sua grandiosa obra. Algo que não havia sido contemplado por nenhum dos incontáveis milagres com os quais dotaria o homem e o ambiente que preparava para acolhê-lo e supri-lo em sua jornada evolutiva.
Como um poeta que ao findar um poema é tocado pela vibração de uma palavra que não foi dita sem conseguir visualizar-lhe as feições, o Senhor Deus intuiu a ausência de uma dádiva no buquê de luzes que ofertaria ao homem para perfumar sua caminhada heróica, que trilharia até tornar-se um mestre das coisas que não passam e reunir-se a Ele numa só consciência criadora.
O Senhor Deus não sabia que doçura era aquela que reclamava sua amorosa atenção, mas pressentia que se tratava de algo imprescindível. De alguma graça que deixaria uma lacuna em branco em cada história humana, caso não existisse. De mais um dos presentes que bordaria em cada vida com os fios da delicadeza que utilizaria em tudo o que planejava ser forte. Mas o que poderia ser, Ele se perguntava, além das outras tantas ternuras que já havia previsto bordar?
E o Senhor Deus pensou, pensou, pensou. Relembrou cada detalhe, cada etapa, cada riqueza, pacientemente, com todo o zelo de seu coração criador. Reuniu-se com os mestres que o assessoravam no Plano. Trocou idéias. Ouviu, atento, as sugestões e observações que surgiram. Mas nada do que pensava e ouvia atendia à sua expectativa e se aproximava da resposta que buscava desde que aquela intuição lhe visitara. Que traço, afinal, poderia ainda criar para compor o conjunto das bênçãos que desenharia na Terra? Que beleza era aquela que murmurava em seu ouvido sem revelar-lhe o rosto?
Contam que, como era costumeiro, numa certa manhã o Senhor Deus Todo Poderoso estava distraído no jardim de sua casa, cuidando amorosamente de suas plantas, quando um anjo banhado de luz azul aproximou-se Dele para transmitir uma mensagem de um de seus arcanjos, Miguel. E que foi no exato instante em que olhou para aquele anjo que o Senhor Deus descobriu o que ainda faltava em seu plano: anjos que o homem pudesse ver, exatamente como Ele podia ver aquele.
O plano do Senhor Deus previa que seria escolhido para cada pessoa, a partir do momento alquímico de sua concepção, um anjo que iria acompanhá-la em toda a sua trajetória humana, até que devolvesse à Terra a roupa de carne que lhe havia sido emprestada. E, embora se tratasse de um leal companheiro, que iria fortalecê-la, protegê-la e inspirar-lhe, e lhe fosse possível falar com ele e ouvi-lo, em seu coração, o ser humano não poderia vê-lo, a não ser que em algum instante experimentasse um amor tão intenso que conseguisse penetrar na frequência luminosa onde os anjos moram.
Para o homem, pensava o Senhor Deus, por mais grandiosa que fosse, aquela dádiva não bastaria. Ele sabia que o ser humano teria dificuldade para lidar com as coisas que chamaria de invisíveis. Que se atrapalharia com tudo o que não pudesse ser tocado com algum dos cinco sentidos que, equivocadamente, acreditaria serem os únicos que possuía.
O homem precisaria também de anjos que fossem visíveis. Feitos da mesma matéria que ele. Com os quais pudesse brincar com os brinquedos humanos. Crescer junto, aprendendo, ensinando, trocando. Que os olhassem nos olhos e o encorajassem ao próximo passo às vezes sem uma única palavra. Com os quais pudesse compartilhar os sabores, os sons, as visões, as falas e as texturas das coisas da Terra e sonhar com as coisas do céu. Que estivessem ao seu lado nos dias de sol e também lhe estendessem a mão para atravessar com ele o tempo em que as noites se fariam tão escuras que ele começaria a duvidar do amanhecer.
Sim, continuava a pensar o Senhor Deus, o homem precisaria de anjos visíveis que tivessem em sua vida a mesma bela tarefa do anjo que não podia ver. Anjos que permanecessem em seu caminho quando tudo parecesse ter ido embora. Que acreditassem nele até quando ele próprio se esquecesse quem era. Que quando o cansaço lhe visitasse e os apelos da sombra o convidassem a desistir soubessem como fazer para que lembrasse da própria coragem. Que emanassem para ele um bem-querer tão puro que fosse capaz de perfumar até o que ainda lhe doesse. Com os quais pudesse rir e chorar, e, sobretudo, ter a liberdade de ser.
O homem precisaria, sim, de anjos visíveis com sangue nas veias. Que tivessem dor de barriga, mau humor, contas pra pagar, unha encravada, medo, dente de siso para extrair, angústia, raiva, baixo astral, e toda uma séria de chatices humanas que os anjos invisíveis respeitam, mas não experimentam. Com os quais pudesse jogar conversa fora. Torcer por um time. Cantar desafinado. Caminhar na praia. Trocar um abraço. Empanturrar-se de risada e bobó de camarão num domingo grande. Que espelhassem para ele sua porção humana e sua porção divina e lhes fizessem parceria no contínuo exercício de integrá-las durante a viagem. Que pudessem servir de canais para os toques, os puxões de orelha e os carinhos do seu próprio anjo guardião, que, sem fazer ruído algum, trabalharia em sintonia com eles o tempo todo.
O homem precisaria, sim, de anjos visíveis com sangue nas veias. Que tivessem dor de barriga, mau humor, contas pra pagar, unha encravada, medo, dente de siso para extrair, angústia, raiva, baixo astral, e toda uma séria de chatices humanas que os anjos invisíveis respeitam, mas não experimentam. Com os quais pudesse jogar conversa fora. Torcer por um time. Cantar desafinado. Caminhar na praia. Trocar um abraço. Empanturrar-se de risada e bobó de camarão num domingo grande. Que espelhassem para ele sua porção humana e sua porção divina e lhes fizessem parceria no contínuo exercício de integrá-las durante a viagem. Que pudessem servir de canais para os toques, os puxões de orelha e os carinhos do seu próprio anjo guardião, que, sem fazer ruído algum, trabalharia em sintonia com eles o tempo todo.
E depois de dividir com aquele anjo inspirador as feições de sua descoberta, contam que o Senhor Deus Todo Poderoso lhe perguntou o seu nome, pois seria com ele que, em gratidão, chamaria o anjo visível que cada pessoa encontraria na Terra.
E o anjo que inspirou o Senhor Deus, maravilhado com sua bondade, revelou-lhe o seu nome:
"Amigo"."
E o anjo que inspirou o Senhor Deus, maravilhado com sua bondade, revelou-lhe o seu nome:
"Amigo"."
quarta-feira, 2 de março de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
LOUNGE EMPREENDEDOR: SUSTENTABILIDADE COMEÇA COM A GENTE
LOUNGE EMPREENDEDOR: SUSTENTABILIDADE COMEÇA COM A GENTE: "Diversidade, ética, transparência, respeito e sustentabilidade. Estes são os atributos que a maioria das empresas coloca em suas políticas..."
sábado, 26 de fevereiro de 2011
PERSEVERANÇA Ana Jácomo
"Jogo a minha rede no mar da vida e às vezes, quando a recolho, descubro que ela retorna vazia. Não há como não me entristecer e não há como desistir. Deixo a lágrima correr, vinda das ondas que me renovam, por dentro, em silêncio: dor que não verte, envenena. O coração marejado, arrumo, como posso, os meus sentimentos. Passo a limpo os meus sonhos. Ajeito, da melhor forma que sei, a força que me move. Guardo a minha rede e deixo o dia dormir.
Com toda a tristeza pelas redes que voltam vazias, sou corajosa o bastante para não me acostumar com essa ideia. Se gente não fosse feita pra ser feliz, Deus não teria caprichado tanto nos detalhes. Perseverança não é somente acreditar na própria rede. Perseverança é não deixar de crer na capacidade de renovação das águas.
Hoje, o dia pode não ter sido bom, mas amanhã será outro mar. E eu estarei lá na beira da praia de novo."
POSTADO POR ANA JÁCOMO
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
LOUNGE EMPREENDEDOR: BEIJA-FLOR
LOUNGE EMPREENDEDOR: BEIJA-FLOR: "Ao acordar na manhã de hoje, meu marido encontrou um beija-flor preso em nossa cozinha. Eu estava a caminho de uma reunião importante e ju..."
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
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- Eu sou.... Viver é algo maior que todas as questões existenciais que costumamos pontuar. Buscar a felicidade é complicado,relações são dificeis,e assim vamos diariamente desculpando nossa covardia. Eu sou alguém que deixou de lado o complicado e a desculpa. Sem os freios limitadores da existência. Vivo intensamente o Hoje. Amanhã se ele chegar,eu penso.... O hoje bem vivido me basta!









