segunda-feira, 20 de abril de 2009

send me an angel

The wise man said just walk this way
To the dawn of the light
The wind will blow into your face
As the years pass you by
Hear this voice from deep inside
It's the call of your heart
Close your eyes and you will find
The way out of the dark
Here I am
Will you send me an angel
Here I am
In the land of the morning star
The wise man said just find your place
In the eye of the storm
Seek the roses along the way
Just beware of the thorns
Here I am
Will you send me an angel
Here I am
In the land of the morning star
The wise man said just raise your hand
And reach out for the spell
Find the door to the promised land
Just believe in yourself
Hear this voice from deep inside
It's the call of your heart
Close your eyes and you will find
The way out of the dark
Here I am
Will you send me an angel
Here I am
In the land of the morning star
Here I am
Will you send me an angel
Here I am
In the land of the morning star

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Que lindo achar esta escrita,deste grande professor que tive a felicidade de conhecer e conviver,que das palavras dele fiz um rumo.Das aulas dele,anos depois,quem diria,fiz um norte.
Portanto,hoje postar será :copiar e colar,porque tudo que ele escreve é infinitamente lindo!
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"sexta-feira, outubro 31 2008 - 10:23
DESPEDIDA
Fazem pouco caso as horas que se vão; carregam as promessas jamais cumpridas. Julio Groppa Aquino

Todas as manhãs do mundo são sem volta. Todas elas, sem volta. Todas as manhãs e tardes e noites, e manhãs outra vez. Todas e cada uma, sem volta.Sem volta são também as madrugadas, idênticas às manhãs que as sucederam e as sucederão. Uma a uma, repetem-se em silêncio, mas se repetem estranhamente. Repetem-se invertidas, pois não voltam. Nenhum, nenhum retorno.
E sem volta são as manhãs seguintes, e todas as outras. Inapelavelmente, sem volta. Não retornam os alvoreceres, nem os meios-dias, menos ainda as meias-noites. Recusam-se a regressar os poentes, os nascentes e tudo o que jaz entre eles. Todas as manhãs, iguais a todas as tardes, todas as noites, todas as madrugadas. Pelas metades, inteiras ou aos pedaços, elas não voltam jamais.
Não voltam os meios das manhãs, nem seus princípios, tampouco seus termos.
Manhãs maciças, fugazes, azuis ou brancas, todas se esvaem impunemente. Nunca hão de voltar seus interregnos, intervalos grávidos de tempo, espaços ocos de haver. Não voltam, não voltam. E não voltam as manhãs de inverno, as de verão. Não voltam jamais. Tampouco retornam aquelas manhãs cálidas, parcas, para sempre perdidas na turvação da memória. E não voltarão as outras, improváveis, que ainda restam.
Fazem-nos pouco caso as horas que se vão. Vão-se e arrastam tudo consigo. Carregam as promessas nelas embutidas e jamais cumpridas. Radical e atávica impermanência. Arrastam igualmente os olhares cúmplices que as testemunharam. Impermanecem, eles, junto a suas manhãs, lado a lado. Elas que existem apenas para nos lembrar que não regressarão jamais. E não apenas as manhãs, mas as tardes, as noites e as madrugadas. Não voltam porque são sem volta. Inapelavelmente, sem volta. Não voltam e não hão de voltar.
Mas, mesmo fadadas a não voltar, elas não desapareceram ainda. Partiram agora mesmo, mas, como por engano, ameaçam voltar sob formas insustentáveis: 7:29, 11:46, 8:37, 10:15 - cifras obtusas de uma matéria crepuscular, encarnada em manhãs outrora habituais.

Julio Groppa Aquino Professor da Faculdade de Educação da USP
Já não voltam aquelas manhãs, nem as tardes, nem as noites, menos ainda as madrugadas. Não voltam, não voltam. Não voltam jamais. Nem uma sequer.
Todas as manhãs do mundo são sem volta. Todo gesto é sem volta. Toda palavra é sem volta. Todo sacrifício é sem volta. Porque todas as manhãs do mundo são sem volta. Todas elas, sem volta. Pelas metades, aos pedaços ou inteiras, elas não voltam jamais.
P.S.: À revista Educação e aos seus leitores, minha gratidão infinita."COLAR

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Ausência...

Hoje levantei pensando no poema "ausência" de Vinicius de Moraes.
Que coisa louca,dormir as 4 da manhã e levantar as 8 pensando em "ausência",principalmente porque dormi bem,acordei bem.
Ah! Já sei. Palpites....como a vida é cheia de palpites.
Lembrei de um velho e sábio conselho que ouvi ainda criança.
Que se um dia eu tivesse de compartilhar a vida com alguém deveria trocar a ordem da convivência,e assim experimentar para ver no que dava.
Como assim,essa liberdade em idos dos anos 80,para alguém que nasceu nos anos 20. Deveria ser uma "caduquice" precoce ?
Trocar a ordem significaria experimentar a lua de mel ,ou a viagem ou o bolo,qual a ordem dos fatores que fará do produto algo que valha a pena.
Descobri quando algo na "ausência" de fé nos relacionamentos,me fez ousar. Passar por cima de todas as "vozes" que nos formam desde nascer até morrer.
Eu não precisava de uma lua,nem o mel,muito menos o bolo,eu deveria experimentar a convivência.
Sabe, aquela que existe no dia a dia de todos nós que escolhemos companheiros de seguir caminho.
Assim,muito relutante ousei sair durante uma semana ,tirei férias e viajei com meu namorado,foi nossa melhor semana inclusive.
Hoje,15 anos depois reconheço,como é bom ousar e tentar. Tentar e errar,tentar e acertar.
É o que vale!
Não o que basta,mas o que vale.
Benditos os palpites para uns,e malditos para outros.
Para mim,funcionou porque vi naquela semana exatamente aquilo que me esperava no futuro.
Fiz minha escolha baseada em um palpite,claro que não só por ele.Porém devo confessar,não é legal justificar a ausência dos outros para conosco.
Ausência é falta grave e pronto,e ponto. Eu tinha esta mania de justificar a "ausência" alheia.
De 15 anos para cá aprendi com a presença.
Quem é ausente não merece desconto!
Ausência é falta de amor.
Que não justifiquemos aquilo que talvez não exista.
Que 2009 seja de presença.

domingo, 4 de janeiro de 2009

पोर्कुए एंजो?

पोर्कुए एंजो?

पोर्कुए é ओ मु फिल्हो!
ओ फिल्हो कुए परडी,अ lembrançअ कुए nãओ सम कॉम ओ टेंपो।
अ डोर कुए टिम एम् पेर्मनेसर।
É उम् लुगर ओंदे पोस्सो एस्क्रेवर,फलर देले कुंदों संतो सौदादेस,ओऊ दे सरता फोरम;एस्क्रेवर कामो से फोससे पारा एले.
Eu preciso do rito da despedida,
Porém...
Ainda sinto a presença dele,
Guardo as roupas...
Não estou pronta!
Estarei um dia.

Quando escolho............!

Quando escolho realizo!
Como assim realizar só porque escolhi?
Sim,só porque escolhi e fui capaz de ser corajosa o suficiente para tal ação e sua possivel reação.
Como as leis de Newton,toda ação gera uma reação,nós somos bem isso,e temos de colocar em prática a emoção da escolha.
De que importa viver diariamente se estivermos presos em "escolhas alheias",qual será a parte que me cabe neste latifúndio ?
Como serei feliz no caminho que o outro abriu,e se de repente o olhar deste outro não for o que me basta,se eu gosto da brisa,das flores e o caminho do "outro" só me traz as folhas.
Quando escolho realizo o meu caminhar,faço a minha estrada e pago por ela.
Pois então,tudo não tem mesmo um preço!
Quanto custa cada escolha?
Tenho tantas questões,tantas perguntas.......
Tantas escolhas que fiz,e como foi caro pagar por elas.
O que basta saber ao olhar para trás ?
Putz grilo!
Tenho um p. orgulho de mim........
Sabe aquele lisongeiro....eu me amo!
Cabe aqui sim,e cabe para todos nós!
Sabe porque?
Porque existir dói,e a dor também ajuda crescer e evoluir.
Um brinde a nossa coragem diária de sermos seres ainda capazes de escolher e sofrer o peso do adeus ao que ficou.
Que a coragem seja o nosso escudo em 2009!

sábado, 3 de janeiro de 2009

Favorito



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Eu sou.... Viver é algo maior que todas as questões existenciais que costumamos pontuar. Buscar a felicidade é complicado,relações são dificeis,e assim vamos diariamente desculpando nossa covardia. Eu sou alguém que deixou de lado o complicado e a desculpa. Sem os freios limitadores da existência. Vivo intensamente o Hoje. Amanhã se ele chegar,eu penso.... O hoje bem vivido me basta!

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