Por mais que eu deseje, lute para mudar, a morte sempre me paralisa.
Não a eminência da minha morte, mas a morte do outro.
Estar diante do luto novamente, vinte e dois dias depois de enterrar o pai, agora o filho, me faz paralisada diante do fato.
Decididamente, hoje é um dia estranho! Vou ter um dia muito estranho.



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